Implante Arcsys short instalado em septo interradicular

Prof. Dr. Diego Bazan
Prof. Dr. Fabio Lorenzoni

Gênero e idade do paciente: Sexo masculino, 51 anos de idade

Queixa principal: Fratura dentária

Avaliação inicial: Paciente fraturou dente 26 que possuía uma restauração de amálgama envolvendo grande parte da cúspide mésio-palatina. A fratura se estendeu muito além da junção cemento-esmalte ficando próximo a crista óssea marginal e comprometendo o espaço biológico.

Tratamento executado

Como não era possível realizar a cirurgia para recuperação da distância e propiciar uma saúde periodontal no dente, foi realizada uma exodontia minimamente traumática com seccionamento dentário visando preservar o septo interradicular para que fosse possível a instalação de um implante no mesmo ato cirúrgico. Após a exodontia e preservação óssea, um implante Arcsys® 4,3x5mm (FGM) foi instalado no local com um travamento de 10N e os alvéolos radiculares preenchidos com um sticky bone de Nanosynt® (FGM). Para fechar a embocadura do alvéolo utilizamos 4 membranas de fibrina leucoplaquetária autóloga ou LPRF e a técnica open wound, visando formar mais tecido mole queratinizado sobre o local. O paciente foi acompanhado por 7 e 30 dias.

Após 4 meses de cicatrização, realizamos a cirurgia de reabertura onde pudemos constatar uma ótima formação óssea local e que recobria o tapa implante de silicone. Delicadamente expusemos o tapa, utilizamos o escariador do sistema Arcsys e instalamos um munhão de 4.2x4x2,5mm. Uma técnica de retalho em rolo foi utilizada para aumentar o volume tecidual na vestibular e um provisório foi confeccionado sobre o transferente multifuncional. Aguardaremos 60 dias para a cicatrização do tecido peri-implantar e podermos confeccionar a coroa definitiva.

Passo a passo

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Figura 1: Coroa dentária do elemento 26 com fratura atingindo espaço biológico

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Figura 2: Septo interradicular preservado e fresado para receber o implante

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Figura 3: Implante Arcsys 4.3x5mm instalado no septo e alvéolos preenchidos com Nanosynt.

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Figura 4: Alvéolo recoberto com 4 membranas de fibrina leucoplaquetária ou LPRF e sutura obedecendo a técnica open wound.

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Figura 5: Aspecto clínico da ferida após 7 dias. Notar presença de fibrina no local e que não há exposição de Nanosynt

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Figura 6: Aspecto clínico do local após 30 dias.

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Figura 7: Aspecto da ferida com 4 meses. Notar a formação de tecido queratinizado e preservação do volume vestibular.

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Figura 8: Rx com 4 meses de instalação para realizar a reabertura. Verificar a excelente formação óssea dentro do septo ósseo.

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Figura 9: aspecto clínico do local durante a reabertura. Presença de formação óssea e recobrimento do tapa de silicone.

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Figura 10: Remoção do tapa de silicone com o extrator de tapa.

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Figura 11: Uso do escariador Arcsys para remoção de tecido ósseo que impeça o assentamento do componente protético.

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Figura 12: Aspiração da câmara do implante Arcsys utilizando uma cânula de endodontia para remover detritos e umidade.

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Figura 13: Munhão 4,2×4,2,5mm instalado e angulado em 5 graus. Notar retalho em rolo realizado e mantido na vestibular.

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Figura 14: Provisório em resina acrílica instalado.

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Figura 15: 7 dias após a instalação do provisório.

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Figura 16: Aspecto radiográfico do munhão instalado no local.

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