Autores: Dr. Carlos José Soares, Dr. Airin Karelys Avendaño Rondón, Dra. Maribí Isomar Terán Lozada e Dr. Guilherme Mendonça Benoni.
O processo de fotoativação é uma etapa importante na prática clínica associada a diversas especialidades da odontologia. Seja na confecção de restaurações diretas de resina composta, na cimentação de pinos de fibra de vidro, na cimentação de laminados cerâmicos e de restaurações indiretas confeccionadas em cerâmicas ou resinas laboratoriais
As empresas do ramo odontológico têm se esforçado com avanços tecnológicos e grandes esforços de pesquisa e desenvolvimento para gerar materiais resinosos mais eficientes e que resultem em maior longevidade. Porém, apenas quando a quantidade adequada de luz no comprimento de onda correto é entregue pelo aparelho fotopolimerizador, é que as propriedades estéticas e mecânicas reivindicadas pelos fabricantes dos materiais resinosos serão alcançadas (Braganca et al., 2020; Mazao et al., 2023; de Deus et al., 2024)
As resinas compostas, cimentos resinosos, sistemas adesivos, selantes, são materiais constituídos por monômeros que se transformam em polímeros pela reação de polimerização mediada pela luz (Anusavice et al., 2013). Para que essa reação seja eficiente, a quantidade de energia entregue é determinante(de Deus et al., 2024; Ribeiro et al., 2024). A energia é obtida pela irridiância emitida pelo aparelho fotopolimerizador, com o tempo de exposição indicado pelo fabricante do material restaurador (de Deus et al., 2024; Ribeiro et al., 2024).

Feixe de luz colimado
A luz emitida pelos aparelhos fotopolimerizadores deve ser uniformemente distribuída por toda a ponta de luz. Para isso, é necessário que o aparelho fotopolimerizador possua LEDs de alta potência adequadamente distribuídos na ponta ativa (Peres et al., 2024).

A presença de lente acoplada na ponta ativa, tem também, papel importante no processo de colimação do feixe de luz. O QUAZAR é um aparelho que agrega alta potência, luz homogeneamente distribuída e tamanho de ponta ativa de maior diâmetro (Figura 2A, 2B, 2C)

Na execução de procedimentos clínicos, o contato do aparelho fotopolimerizador com fluidos corporais, como saliva e sangue, representa um risco significativo de infecção (Sabino-Silva et al., 2020). O uso de barreiras transparentes para proteger o aparelho fotopolimerizador é uma prática essencial na odontologia. Essa ação previne a contaminação cruzada entre pacientes (Verbeek et al., 2021). A barreira transparente deve cobrir todo o aparelho, impedindo acúmulo de resíduos em sua superfície e proporcionando maior segurança no uso contínuo entre diferentes pacientes.
No entanto, é crucial que a barreira seja corretamente posicionada para assegurar a eficácia da fotoativação. A aplicação deve cobrir completamente a ponta ativa do aparelho, com apenas uma camada, sem dobras ou bolhas de ar, pois essas irregularidades podem comprometer a distribuição da luz emitida (Soares et al., 2020). O uso inadequado da barreira pode reduzir a irradiância, prejudicando a polimerização do material odontológico, especialmente nas áreas onde a luz é limitada (Soares et al., 2020).
A escolha do material da barreira também é determinante para a qualidade da luz transmitida (Soares et al., 2020). Barreiras de polietileno ou PVC são preferíveis, pois permitem passagem de luz mais uniforme, comparativamente a barreiras menos translúcidas, como as de látex. Escolher a barreira adequada e aplicá-la corretamente assegura que a intensidade e o comprimento de onda da luz sejam mantidos, promovendo uma fotoativação eficiente e segura para o paciente e o profissional (Soares et al., 2020).
Seguro para o cirurgião-dentista e paciente.
Para a saúde visual dos profissionais, barreiras de proteção ocular são indispensáveis durante o uso de aparelhos fotopolimerizadores, que emitem luz azul e violeta de alta intensidade, capaz de causar danos irreversíveis à retina, incluindo degeneração macular e catarata (Soares et al., 2017; Price et al., 2022). A exposição frequente a luz intensa torna obrigatório o uso de barreiras de proteção eficazes para prevenir lesões oculares (Price et al., 2022; Soares et al., 2017).
Os filtros de proteção ocular são projetados para bloquear comprimentos de onda específicos, especialmente entre 380 e 500 nm, que correspondem às emissões mais prejudiciais dos aparelhos fotopolimerizadores (Soares et al., 2017). Filtros de cor laranja, principalmente os que cobrem uma maior área, bloqueiam até 97% da luz azul, reduzindo significativamente o risco de lesão ocular, mesmo com exposições prolongadas (Figura 4) (Soares et al., 2017). Filtros inadequados deixam os olhos vulneráveis, sobretudo com fontes de luz de alta intensidade (Soares et al., 2017)

Além de proteger o operador, o uso de barreiras oculares adequadas também garante segurança para assistentes e pacientes (Figura 5A), (Soares et al., 2017). Embora os protetores acoplados aos aparelhos auxiliem nesse processo, eles muitas vezes não cobrem toda a área de trabalho, expondo outros profissionais. Óculos de proteção de alta qualidade, desenvolvidos especificamente para odontologia, oferecem cobertura total, permitindo que a equipe trabalhe com segurança e foco, minimizando a exposição a radiações prejudiciais

Leve e ergonômico
A ergonomia dos aparelhos fotopolimerizadores é essencial na prática clínica, influenciando a qualidade do procedimento e o conforto do operador (Figura 6A), (Moreira et al., 2021; Guarneri et al., 2024). Um aparelho ergonômico deve possibilitar fácil manuseio e acesso à área de tratamento, independentemente da posição e do tamanho da abertura bucal do paciente (Figura 6B).

O design da ponta do fotopolimerizador é fundamental, devendo permitir o alcance de áreas posteriores da cavidade oral, como os molares, sem exigir posturas desconfortáveis ou movimentos forçados para uma distribuição uniforme da luz (Figura 7), (Moreira et al., 2021; Guarneri et al., 2024). O QUAZAR apresenta essas característica e permite, com segurança, acesso às regiões de difícil acesso, como na região posterior tanto para pacientes com abertura de boca normal, como limitadas, como acontece com crianças, pacientes com trismo entre outras alterações.

Além do design, o peso e o equilíbrio do aparelho são fatores críticos que afetam a ergonomia. Um aparelho muito pesado pode causar fadiga ao operador, especialmente em procedimentos longos. Modelos leves e bem equilibrados, como o QUAZAR, reduzem o esforço físico e proporcionam maior controle, contribuindo para uma aplicação mais precisa e eficaz da luz de fotopolimerização.
Outro aspecto importante da ergonomia é a adaptabilidade do aparelho para destros e canhotos (Maktabi et al., 2018; Soares et al., 2018). Estudos indicam que a posição da mão e o ângulo de incidência da luz impactam a irradiância recebida pela restauração (Maktabi et al., 2018; Soares et al., 2018). Um aparelho ergonômico deve permitir que o operador ajuste o ângulo e a posição conforme necessário, garantindo distribuição homogênea da luz e, assim, uma polimerização segura e eficaz (Guarneri et al., 2024)
A ergonomia também influencia o conforto do paciente. Dispositivos que exigem menos esforço para ajustar na cavidade oral (Moreira et al., 2021), especialmente em áreas de difícil acesso, reduzem movimentos repetitivos e evitam desconforto. Pontas compactas e de diâmetro adequado facilitam o acesso (Figura 8), diminuindo a necessidade de abrir excessivamente a boca, sendo especialmente vantajosas para pacientes com limitação de abertura bucal (AlShaafi et al., 2018).
7 modos de uso
A versatilidade nos modos de ativação dos aparelhos fotopolimerizadores é fundamental para a polimerização de diferentes tipos de resinas compostas (Mouhat et al., 2021). Aparelhos modernos oferecem múltiplas opções, permitindo ajustes na intensidade e no tempo de exposição, conforme a necessidade do material e da profundidade da restauração. Entretanto, essa modalidade requer cautela para não comprometer a uniformidade da cura em áreas mais profundas (Odum et al., 2023).
O QUAZAR possui sete modos de ativação representando essa versatilidade. Porém destaca-se os modos normal, high e ortho, que devem ser usados conforme cada material utilizado possibilitar. Mais uma vez, vale destacar que o QUAZAR possui modo normal com irradiância suficientemente alta e tempo de exposição de 20 segundos que gera energia acima de 24 J/cm2, o que é suficiente para ativar qualquer dos materiais disponíveis no mercado.
Amplitude de fotoativação

O tamanho da ponta ativa do aparelho impacta diretamente a eficiência da fotoativação (Peres et al., 2024), especialmente em restaurações extensas ou regiões posteriores (Cardoso et al., 2021; Al Nahedh et al., 2022), uma ponta ativa de maior diâmetro, como a do modelo QUAZAR, permite cobertura mais ampla da restauração em uma única exposição, reduzindo a necessidade de múltiplas exposições que poderiam comprometer a uniformidade da polimerização (Figura 9). O QUAZAR preenche todos esses requisitos gerando facilidade de manuseio, acesso em diferentes regiões, leveza e ergonomia desejada que destacam sua eficiência.

O uso de aparelhos fotopolimerizadores com baixa potência e ponta ativa de pequeno diâmetro exige múltiplos ciclos de fotopolimerização para alcançar a irradiância necessária e, assim, garantir o grau de conversão ideal da resina (Lim et al., 2024). Durante o processo de polimerização, a intensidade de luz emitida influencia diretamente a capacidade de ativação dos fotoiniciadores presentes nos materiais resinosos, determinando a qualidade e a durabilidade da restauração final (Shimokawa et al., 2017).
Para que as propriedades mecânicas reivindicadas pelos fabricantes sejam atingidas, é fundamental que o aparelho entregue quantidade suficiente de luz na faixa de comprimento de onda adequada. Quando aparelhos de menor potência são utilizados, a energia fornecida em único ciclo pode ser insuficiente para polimerização completa, especialmente em resinas compostas bulk-fill ou em áreas de difícil acesso, como os molares (Dos Santos et al., 2024).
Nesse cenário, a realização de múltiplas exposições torna-se necessária para assegurar que toda a espessura da resina seja uniformemente polimerizada. Cada ciclo adicional contribui para aumentar o grau de conversão dos monômeros em polímeros, reforçando a estrutura da restauração e minimizando o risco de falhas ou desgaste precoce em função de uma conversão incompleta. O QUAZAR possui ponta ativa de 10 mm que está entre as maiores do mercado e podem cumprir com a fotoativação eficiente na maioria das vezes com apenas uma exposição.
Contudo, se você estiver ativando uma restauração muito extensão, não hesite em cobrir com mais de uma exposição (Figura 10)

Multiwave
Modos de espectro amplo são ideais para resinas que contêm fotoiniciadores alternativos, como Lucirin TPO e Ivocerin, sensíveis a luz violeta e azul (Ruiz-Penarrieta et al., 2024). A ativação com espectro ajustável garante polimerização completa em diferentes espessuras e opacidades, reduzindo falhas e melhorando a resistência mecânica das restaurações (Figura 11).

O QUAZAR é um aparelho multiwave ou de multi espectro, ou seja, possui um pico de emissão na luz azul e um pico na luz violeta, com espectro que é capaz de cobrir todos os fotoiniciadores presentes nos diferentes materiais resinosos.
Quando a carga da bateria diminui, a voltagem e, consequentemente, a intensidade da luz emitida também reduzem (de Azevedo et al., 2024). Estudos mostram que níveis baixos de carga comprometem o grau de conversão das resinas, resultando em propriedades mecânicas inferiores e menor adesão à estrutura dental. Monitorar regularmente o nível de carga é fundamental para assegurar que o aparelho opere em condições ideais, preservando a integridade da restauração e prolongando a vida útil do equipamento. Contudo se você estiver ativando uma restauração muito extensão, não hesite em cobrir com mais de uma exposição (Figura 10).
Dock-Station com radiômetro integrado
A irradiância comumente usada como parâmetro de qualificação de aparelhos fotopolimerizadores é obtida pelo cálculo da razão ente a potência (mW) e o diâmetro interno da ponta (mm) que é usado para calcular a área da ponta (mm2). Os radiômetros odontológicos frequentemente medem a potência em pequena área bem no centro da ponta de luz (Imbery et al., 2022). Se a intensidade da luz for maior na área central da ponta do aparelho, a irradiância pode ser aumentada artificialmente quando medida com a maioria dos radiômetros odontológicos.
Embora os radiômetros odontológicos não sejam capazes de detectar e então ajustar os diferentes espectros de emissão dos aparelhos fotopolimerizadores, eles são dispositivos importantes para que o clínico possa monitorar a qualidade do seu aparelho ao longo do seu uso por longos períodos (Maucoski et al., 2022). O QUAZAR possui radiômetro acoplado a base com boa eficiência comparáveis aos radiômetros de referência no mercado mundial (Figura 12).

Tudo o que você precisa em um único aparelho!
A relação custo-benefício é um aspecto crucial na escolha de aparelhos fotopolimerizadores para a prática clínica, já que esses dispositivos variam amplamente em preço e características técnicas. Ao considerar um aparelho, o custo inicial pode influenciar significativamente a decisão, mas é importante que os profissionais também avaliem o desempenho em termos de potência irradiada, espectro de emissão e uniformidade do feixe de luz. Dispositivos de maior potência e de maior diâmetro de ponta ativa, que permite cobrir uma área maior do dente e garante uma fotopolimerização mais homogênea, são normalmente de maior custo. Com isso, analise custo relacionando a entrega de qualidade e características altamente requeridas como as apresentadas pelo QUAZAR.
Os relatos clínicos (Figuras 7, 9, e 13) mostram o uso do QUAZAR para produzir restaurações em dentes posteriores. Todas essas características podem ser extrapoladas para procedimentos também de alta complexidade na fotoativação, como a cimentação de laminados cerâmicos, cimentação de pinos de fibra de vidro e fotoativação de amplas restaurações. O QUAZAR consegue agregar característica desejadas de versatilidade, homogeneidade de distribuição da luz na ponta ativa, excelente ergonomia, ponta ativa ampla e irradiância elevada e variada nos diferentes modos de ativação que o colocam como um aparelho que entrega segurança e eficiência ao clínico.

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Referências
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